Diante da nova pandemia, alguns gestos simples e cotidianos precisam ser revistos e substituídos para evitar que o vírus se espalhe ainda mais.

A convivência em sociedade requer uma série de protocolos e demonstrações de respeito e educação. Devemos continuar sendo educados porém agora com alternativas para demonstrar isso.

Seja uma dieta que iniciamos, uma nova atividade física ou mesmo largar um vício requer muito esforço pessoal e a consciência de que aquilo é importante. Mas é fácil? Não, nem um pouco!!

O gesto de cumprimentar com aperto de mão, beijos e abraços fica automático para todos nós.

No Brasil temos as variações regionais, no Rio de Janeiro e Bahia por exemplo são 2 beijos enquanto em São Paulo é apenas um.

Enfim, precisamos agora ter a disciplina de nos policiar para evitar esses gestos tão naturais e que estavam incorporados em nossa sociedade.

Na semana passada, estava no Shopping Iguatemi e encontrei uma amiga que não via a meses, e o que eu fiz? Fui correndo de braços abertos para abraçá-la. Ela, de imediato e quando eu estava a cerca de 2 metros de distância sinalizou e falou: Dani, não Dani, de longe, de longe!!! E aquela situação me fez pensar e foi quando virei a chavinha ou a ficha caiu.

 

Pois bem, no dia seguinte a esse encontro tinha um evento no Palácio Tangará que fiquei mais tranquila de ir pois era em ambiente externo. Cheguei cerca de 25 minutos antes do início do evento e tive a sorte de encontrar a anfitriã sentada no lobby.

O que era de se esperar? Que nos abraçássemos e déssemos aquele 1 beijo paulistano, porém, assim como minha amiga que encontrei no shopping, fui sinalizando de longe a ela que o cumprimento seria através de aceno de mão e sorriso. Como uma miss!!!

 

Ao longo do evento mantive minha posição, o que acabou sendo motivo de descontração e risadas. Todas acabaram concordando que a atitude estava correta porém a maioria acabou se cumprimentando como usual mas tenho certeza de que, assim como minha amiga que encontrei no shopping, fiz as pessoas pensarem sobre o momento que vivemos.

 

As crises e situações atípicas que independem na nossa vontade e/ou controle nos faz pensar e com certeza evoluir.

A descoberta de novas maneiras de cumprimentar, o uso de cumprimentos com menos ou nenhum contato físico já utilizados em certas culturas podem ser copiados, e por ai vai.

O aperto de mão é, dependendo da cultura, um gesto social relevante que expressa um sentimento positivo de amizadeafinidade ou confiança entre dois seres-humanos.

Um aperto de mão pode ser uma forma de cumprimento ou saudação e pode também consolidar um acordo verbal ou informal entre duas pessoas ou entidades, ou até mesmo simbolizar a concretização de um contrato formal.

É comum na maioria dos países que pessoas do sexo masculino se cumprimentem dessa forma entre si. Ou entre mulher-mulher, homem-mulher quando são desconhecidos ou não têm tanta intimidade. No entanto, entre os árabes, o cumprimento normal entre dois homens amigos é a troca de beijos nas faces.

O aperto de mão pode significar em algumas culturas um gesto de confiança demonstrada na forma de submissão com que ambos ao fazer o gesto, demonstram que confiam na outra pessoa.

O gesto em si, que depende de duas pessoas, trata-se de estender uma das mãos de um para o outro, segurá-las e movimentar o braço para cima e para baixo.

Egiptólogos encontraram em antigos templos egípcios hieróglifos representando uma mão estendida de um deus concedendo seu poder a um ser humano. Logo, nesta cultura, provavelmente, este era o único significado deste gesto.

 

Neste contexto, cabe salientar que as mulheres primitivas não carregavam armas e por isso não precisaram desenvolver a cultura do aperto de mãos. E os resquícios dessa cultura podem ser percebidos na atualidade, observando-se que as mulheres normalmente preferem formas diferentes do aperto de mãos para se cumprimentarem.

Hoje em dia se comemora este ato de afinidade entre os seres no dia 21 de junho. E é uma data muito importante, assim como o Dia do Beijo ou do Abraço, são datas que simbolizam a união da humanidade e suas formas de demonstrar afeto.

Vejam o que uma ameaça de vírus faz com hábitos corriqueiros, datas comemorativas, etc.

Abaixo, a nível de curiosidade, uma lista de gestos, saudações e cumprimentos mais comuns.

 
 
 

Diante da incerteza da evolução dessa pandemia, sobre o comportamento do vírus o ideal é adquirir novos hábitos e se empenhar para que eles realmente sejam usados.

Todo cuidado é pouco, e toda incerteza e tudo que foge ao nosso controle dá alimento ao medo e ao pânico, porém, individualmente temos o dever e de, no mínimo, restringir e substituir o que já sabemos que colabora com a disseminação.

Cuidem-se e cuidem do próximo também!!!

 

Dani Mollo

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