É sabido que alguns estados do Brasil estão aprovando e aplicando leis que proíbem a utilização de canudos plásticos.
 
Aqui em São Paulo, na semana passada, mais precisamente dia 25, o prefeito Bruno Covas sancionou o projeto de lei que proíbe o fornecimento de canudos plásticos na capital.
 
O texto é de autoria do vereador Reginaldo Tripoli e segundo Covas, a Prefeitura tem agora 180 dias para a regulamentar a proibição.
 
A regulamentação irá definir:
  • Exceções à proibição (como pessoas com deficiência que precisam de canudos plásticos para sugar líquidos)
  • Como as fiscalizações serão feitas

Já no início da discussão já vimos bares que deixaram de distribuir o canudo.  Acima de tudo, o maior fiscal é o próprio povo. A partir do momento que o povo deixa de usa e de pedir, as práticas mudam


Afirmou o prefeito.
 
Medida que deveria ser comemorada mas muitos acreditam que essa proibição fará aumentar a utilização de outros itens de plástico como copos descartáveis.
 
Controvérsias à parte, acredito que o caminho e a jornada para ficarmos livres de plástico é enorme e precisa começar em algum momento e de algum ponto. Mesmo que nesse primeiro momento ocorra uma adequação das fábricas, estabelecimentos e principalmente dos consumidores.
 
Os canudos de plástico se tornaram um grande problema ecológico. Eles já representam 4% de todo o lixo plástico produzido no mundo e, como são feitos dos plásticos polipropileno e poliestireno, não são biodegradáveis e sua reciclagem é difícil. Eles podem levar até mil anos para se decompor no meio ambiente.
 
Seguem algumas curiosidades que são importantes de serem sabidas para que assim possa haver uma mudança de pensamento e comportamento:
  • Vida útil de um canudo: 4 minutos e demora em até 400 anos para se decompor, ele vai se desagregando e se transformando em partículas menores, micro-plásticos (não desaparece) e para os animais marítimos esse material entra na cadeia alimentar e os animais o consomem.
  • Todos os anos 100 mil animais marinhos morrem por ingerir plásticos, aves 1 milhão de aves.
  • Falando de nós, humanos, os micro-plásticos já estão sendo encontrados na água que a população bebe.
Nos últimos 2 anos 904 tartarugas e 620 aves mortas por ingerir plásticos no raio de 100 km de praia entre Peruíbe e Bertioga.
  • Os ecologistas calculam que todos os anos 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos, calculam que até 2050 terá mais plásticos nos mares que peixes.
  • Cientistas acreditam que 90% dos peixes já comeram plásticos alguma vez.
  • Somente na orla do Rio de Janeiro existem 300 quiosques que vendem 300 cocos por dia totalizando 90.000 canudos por dia.
  • Existem lanchonetes que utilizam cerca de 3000 canudos plásticos por semana.
Quase metade de todo o plástico produzido até hoje no mundo foi fabricado a partir do ano de 2000. Mais de 18 bilhões de quilos de plástico descartado em regiões costeiras vai parar nos oceanos todos os anos. Essa quantidade seria equivalente a ter 5 sacolas cheias de lixo a cada 30 centímetros de praia ao redor do mundo.
 
Mas será que canudos plásticos são mesmo necessários? O mercado tem se ajustado à luta contra os descartáveis e começam a surgir alternativas. O canudo de papel é cada vez mais comum e já existem também modelos de canudinho biodegradável e até comestível.
 
Particularmente, os de papel que experimentei até hoje não gostei, absorvem muito o líquido, desmancham, as vezes não chegam a durar o tempo de tomar 1 drink.
 
Já experimentei também um canudo bioflexível que contém um aditivo oxi-biodegradante que acelera o tempo de biodegradação no meio ambiente deixando no final de cerca de 2 anos, apenas biomassa, água e gás carbônico.
 
Esse canudo é o mais similar com o de plástico normal.
 
Mas acredito que a melhor opção sejam os canudos que você deixa na bolsa e leva para todos os lugares!
 
Recomendo os kits lindos e variados da nova empresa do ramo chamada ECOVIBE que são feitos de aço inox e importados.
 
 
A empresa é apaixonada pelo planeta e toda a natureza nele presente.
 
As sócias, motivadas por esse amor, criaram a Ecovibe, no intuito de levar essa vibe de amor e cuidado pelo planeta ao máximo pessoas possíveis!
 
A ecovibe surgiu com o propósito de revermos o impacto de nossa cultura e costumes no planeta terra e deixarmos um universo equilibrado para próximas gerações de seres humanos, fauna, flora e animais.
 
O grande valor desse trabalho é conscientizar as pessoas o quanto vale uma pequena atitude de trocar os produtos “tóxicos” por produtos sustentáveis, proporcionando um universo equilibrado para as próximas gerações.
 
O grande despertar começou pela vida marinha, a mais atingida pelo consumo gigantesco, descarte errado e por ser um material que não aceita reciclagem, fazendo com que os canudos de plásticos vão parar no oceano sendo confundidos com alimentos.
 
O que achei incrível da marca foi a união de duas mulheres que se tornaram empresárias nesse ramo que só tem a crescer no Brasil e no mundo!!!
 
Começando pela Camila Paschoal, empresária de um ramo que já envolve algo em prol do meio ambiente, que é a Reciclagem de Materiais Plásticos pós indústria. Os descartes gerados pelas indústrias automotivas, eletrodomésticas entre outras seguiam para os aterros, destruindo os solos entre outros prejuízos à natureza e hoje, com esse cuidado, é enviado para as unidades de reciclagem que recuperam o que for possível para que se seja reutilizado.
 
E a outra sócia, a Renata Caspar que conheci na abençoada Península de Maraú quando trabalhava em indústrias de bebidas como Brown Forman e LVMH no departamento de trade e eventos. Durante esses anos, Renata entendeu e presenciou bastante o processo de construção e consolidação de marca e a importância disso para uma vida saudável e duradoura em uma empresa. Uma das coisas que sempre a incomodou era a quantidade de lixo gerada em festas e eventos e foi aí que teve o despertar de que trabalhar com utensílios importantes, porém de um único uso poderia ser uma contribuição para o planeta.
 
A empresa acredita que com pequenas atitudes, com soluções práticas e sustentáveis no nosso dia a dia, se cada um fizer um pouco vamos conseguir reduzir o lixo e cuidar da nossa casa!!
 
Temos que lembrar sempre de que ao jogar FORA o lixo, você está tirando ele da sua frente apenas mas ele permanece dentro do nosso planeta, não jogamos lixo no espaço, então temos que ir criando uma consciência de que o que eu faço, vai fazer a diferença.
 
Ando com meu kit ecovibe na bolsa, pra cima e pra baixo. O kit é lindo, charmoso e o melhor, ao usá-lo evito o canudo de plástico ou qualquer outro material que seja nocivo a natureza. É uma atitude que envolve mudança de hábito mas é solidária a novas gerações e ao planeta Terra.
 
 

Não é fácil abrir mão de um conforto individual por benefício coletivo, ou mudar nossas atividades por conta de compromissos com futuras gerações “


Disse Covas.

 
Mas agora é nossa vez, se informem mais, entrem nas redes sugeridas abaixo e faça a sua parte.
 
 
 
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Dani Mollo