Música vem do grego μουσική τέχνη – musiké téchne, a arte das musas e é uma forma de arte que se constitui na combinação de vários sons e ritmos, seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.

É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.

A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições organizadas a música improvisada até formas aleatórias. Dentro das “artes”, a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espetáculo.

Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.

Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.

Particularmente a música para mim tem muito significado, escuto e ela tem o poder de mudar meu estado de espírito quase que instantaneamente.

As vezes quando as pessoas estão tristes, tendem a escutar músicas tristes e se lamentar mas eu vou para o outro extremo e coloco a lista de minhas músicas preferidas para elevar o humor.

Passei o hábito para meus filhos que até hoje tomam banho escutando música, de preferência rock. Quando eram bebês eu tinha uma coleção de CDs e colocava na hora do banho, um dos preferidos era o Beatles for Babies!!

Tenho uma preferência clara por música eletrônica, house music principalmente. Participei ativamente do cenário de raves nos anos 90, indo até Goa na Índia onde festas ao ar livre reuniam pessoas do mundo inteiro.

Não gosto de quase nada brasileiro, mas costumava escutar rock brasileiro que hoje perdeu muita força para gêneros musicais que não me agradam seja pela letra, seja pelo ritmo.

Meu noivo me apresentou uma dupla francesa que brinca com sons, músicas, discursos de políticos e jingles. O resultado é muito divertido e viciante, pra escutar o dia inteiro literalmente.

O nome do grupo evoca a fusão de dois franceses interessados ​​na música eletrônica e na cena eletro francesa.

Em seu primeiro EP Quintology, os dois músicos transformam ruídos agressivos do dia a dia (alarme de incêndio, toque de telefone, sirenes de ambulância …) em uma composição musical com melodias de trombone, guitarra, piano e beatbox.

Algumas de suas canções retomam referências culturais populares: réplicas de filmes cult, slogans publicitários, jingles, canções da Disney, etc.

Em 2017, eles participaram do programa “La France a un amazing talent”. Também remixam discursos do presidente Macron sobre a epidemia de Coronavírus.

Suas inspirações são heterogêneas: a influência de outros grupos de French Touch , bem como de outros gêneros musicais: música de cinema , jazz , pop / rock , clássica , música psicodélica dos anos 70 e o antigo electro dos anos 1990-2000.

Usando um boné vermelho e um boné azul respectivamente e mascarados por óculos de sol, Jerry e Ben geralmente aparecem sentados em seus sofás, com um sintetizador em seus joelhos.

Benjamin e Jerry se conheceram em 2015 em uma escola de jazz. Jerry toca piano e Benjamin trombone e faz beatbox. Em 2018, foram aprovados no concurso para o conservatório de Aix en Provence, onde ambos obtiveram o primeiro prémio do conservatório.

O grupo começou com um vídeo postado no YouTube onde são vistos ambos em um carro consertando o som do bipe do cinto de segurança.

Eles tiveram a ideia de colocar esse som na música depois que Benjamin Lasbleis costumava se divertir tocando o beatbox nele.

Benjamin Lasbleis e Jerry Manoukian fazem seus próprios vídeos e músicas, com exceção de títulos como Keep Going, onde se misturam com Atom ou C2C e Don’t Stop, para os quais confiam a Bastien Sablé a produção do clipe.

Eles têm música remixada de comerciais e também trabalho para a rádio e da televisão.

Deixo aqui minha sugestão para que conheçam o trabalho da dupla. Em tempos difíceis e incertos são momentos que certamente elevarão sua frequência e humor.

Para segui-los nas redes:
https://youtube.com/channel/UCzLFySnc_T_qFHAJ2HTWUTw

https://instagram.com/frenchfusemusic?igshid=g69sjg51urh2

Fontes:
http://www.wikipedia.org/wiki/French_Fuse