O que é resistência à insulina? Pode levar a uma diabetes? Um caminho silencioso!

O que é resistência à insulina? Pode levar a uma diabetes? Um caminho silencioso!

A resistência insulínica é uma situação onde há um desequilíbrio entre a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas e o funcionamento desta quantidade de insulina. Para simplificar, em uma pessoa sem resistência insulínica, é como se uma molécula de insulina tivesse a capacidade de colocar uma molécula de glicose dentro da célula, porém, na pessoa com resistência, fosse necessário duas ou mais moléculas de insulina para realizar o mesmo trabalho. No organismo, a conta não é bem esta, mas a perda de funcionamento de insulina ocorre de forma bem semelhante quando esta resistência aparece.

A principal causa da resistência insulínica é o ganho de peso. Com o ganho de peso e o aumento do tecido adiposo, há maior necessidade do pâncreas produzir insulina e, com isso, o ciclo da resistência insulínica se inicia. Quanto mais insulina é produzida, mais as células tendem a se proteger do excesso dela, e mais aumenta a resistência insulínica. Em determinado momento o pâncreas não consegue produzir mais insulina, e é neste ponto que os níveis de açúcar no sangue começam a ficar elevados e o diabetes tipo 2 surge.

O maior fator de risco para resistência insulínica é a obesidade. Com o ganho de peso há o aumento do tecido adiposo, o que faz com que o pâncreas tenha necessidade de produzir insulina e, com isso, o ciclo de resistência insulínica se inicie.

· Linhaça moída: contém um alto teor de fibras e de ácido alfa-linolênico, além de ser fonte de lignanas. Esse perfil nutricional contribui para o controle dos níveis de glicose e insulina. Consuma cerca de 2 colheres de sopa de linhaça ao dia, em sucos, frutas, vitaminas ou com alimentos de sua preferência.

· Oleaginosas (castanhas, pistache, avelã, amendôas): são compostas por nutrientes como magnésio, fibras, ômega 3, ômega 9, arginina e antioxidantes que contribuem para o controle da inflamação e da resistência à insulina. O consumo de cerca de 30 gramas por dia há tem demonstrado benefícios.

· Canela: é rica em compostos fenólicos e cromo que contribuem para o controle da glicemia, indicado de 1 à 3 gramas de canela ao dia.

· Cacau orgânico: chocolate com alto teor de cacau (70% ou mais) ou cacau em pó são riscos em flavonóides que possuem ação antioxidante capaz de contribuir com a saúde de pacientes que apresentam o quadro.

· Chá verde: importante fonte de polifenóis que atuam na melhora da sensibilidade à insulina. Para obter mais benefícios desses compostos, opte pelo chá de infusão preparado em casa e não ultrapasse o consumo de 3 a 4 xícaras ao dia.

· Biomassa de banana verde: contém um teor elevado de amido resistente que possui efeitos benefícios no metabolismo da glicose. Acrescente 1 cubo da biomassa de banana verde em sucos, molhos, sopas ou no feijão.

· Gymena Silvestre: atua com controle da glicemia e pode ser usada na forma de chá. É encontrada em lojas de produtos naturais. Além dos alimentos que apresentam efeitos benéficos, existem aqueles que podem prejudicar a resistência à insulina. Evite a ingestão de comidas com excesso de gordura saturada, gordura trans, frutose e os carboidratos refinados (com açúcares e farinha branca).

Não esqueçam nunca da atividade física, que exerce grande função para o controle da glicemia.

A dieta reduz o peso corporal e aumenta a tolerância à glicose e a ação da insulina. O treinamento físico, por sua vez, apesar de não alterar o peso corporal tanto quanto a dieta hipocalórica, aumenta a tolerância à glicose e a sensibilidade à ação da insulina de maneira mais intensa que a dieta hipocalórica. Esses resultados sugerem que a associação entre exercício físico e dieta hipocalórica pode provocar respostas aditivas na sensibilidade à insulina.

Gio Nutri

#TRENDY

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